Mutatis Mutandis #15: A importância do olhar.

“O olhar deve ser abrangente e amplo. Na estratégia, é importante ver as coisas distantes como próximas, e olhar de longe as coisas próximas” (Miyamoto Musashi). Como já vimos, o concurso, por ser um desafio de longo prazo, exige estratégia. Assim sendo, um ponto importante que podemos aprender com Musashi e seu guia samurai é calibrar o olhar para ter perspectiva. É comum e até um “lugar comum” afirmar que concurso público é maratona e não uma corrida de cem metros, mas, na prática, o que isso significa? Eu gosto de ir correr pelas ruas de Fortaleza para pensar um pouco sobre isso. Essas corridas sempre me dão um pouco mais de clareza sobre o tem. Sempre que começo a correr, até estar aquecido, sinto dores nos joelhos. Essas dores me fazem querer parar. Nesse momento, isso que está o mais próximo possível de mim (no meu corpo), eu tento projetar em perspectiva para o futuro e tento me imaginar cinquenta minutos adiante, concluindo o percurso proposto, aquecido, cansado, suado e com a sensação boa de que valeu a pena. Sempre dá certo. Projeto o futuro, jogo para a frente o pensamento, vejo as coisas em perspectiva e vou esquecendo das dores à medida que vou aquecendo. De repente, me vejo correndo sem dores nos joelhos. Do mesmo modo faço ao final da corrida, quando tudo já está chegando ao fim, lembro do começo da caminhada, como o começo foi difícil e até doloroso. No estudo para concursos, a sensação é a mesma. No princípio, é chato, cansativo e até doloroso (costas, olhos, cabeça…) passar horas repetidamente estudando. Quando essa dor bater, tão próxima de você, pense em perspectiva: pense na aprovação que virá, em você e na sua família podendo realizar seus sonhos. Ao final de cada dia, lembre-se do início do estudo e como, ao final daquele dia, você aprendeu, como aquele dia valeu a pena e como ele vai te ajudar a realizar os seus sonhos. Tudo isso pode ser resumido em outra frase de Musashi, hoje em dia, muito conhecida: “por maior que seja a estrada, ela deverá ser percorrida passo a passo”.  Texto do @proffilippeaugusto. Amanhã o mutatis #16 #mutatismudandis

Mutatis Mutandis #14: Estratégia.

Mais de duzentos anos antes de Cristo, o sol se punha em Canas e 76 mil soldados romanos estavam mortos sobre o chão. Dos pouco mais de 10 mil sobreviventes, muitos estavam gravemente feridos. Assim, Aníbal Barca entrava para a história fazendo com que seus aproximadamente 50 mil soldados vencessem o maior exército romano já criado até aquele momento. Tal como Aníbal ganhou uma das mais celebres batalhas de todos os tempos mesmo tendo uma desvantagem de 2 para 1, há na história outros registros de pequenas tropas vencendo poderosos exércitos. Como isso é possível? A resposta é invariável: graças ao uso da estratégia. No caso de Aníbal, ele usou os recursos que possuía com mais sabedoria que o opulento exército romano, bem como fez o adversário crer que estava ganhando a batalha para redobrar seus esforços, diluindo as tropas e facilitando o massacre. Os desafios da vida que exigem planejamento de médio e longo prazo, como regra, têm de ser construídos, avaliados e reavaliados estrategicamente. É necessário conhecer seus pontos fortes, fracos, as formas que rendem mais, os caminhos que facilitarão a jornada e integrar tudo isso com muita logística, além de reavaliar periodicamente a estratégia, reforçar os pontos que estão funcionando e fazer adaptações naquilo que não está rendendo o esperado. Na Administração de Empresas, uma das formas mais simples de começar a pensar estrategicamente é realizar uma “análise SOWT”, que consiste em analisar Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças da empresa. Antes de traçar seu planejamento e suas metas, de estabelecer seu modus operandi, você pode rapidamente realizar uma análise SOWT de si mesmo. Essa simples atividade já vai ajudar a modelar uma estratégia mais adequada a sua realidade para mudar o que precisa ser mudado. Texto do @proffilippeaugusto. Amanhã o mutatis #15 #mutatismudandis

Mutatis Mutandis #13: Perseverança.

Segundo o dicionário, “perseverança é qualidade de quem não desiste com facilidade”. Eu discordo. Ao meu ver, perseverança é a qualidade de quem não desiste seja ante os pequenos ou grandes desafios. Essa diferença que, inicialmente, parece sutil, na realidade, é gigantesca. Resistir diante do que é simplório é fácil. Lutar contra pequenos adversários chega a ser covardia. O verdadeiro caráter se revela diante dos momentos de dificuldade. Tenho muito orgulho em dizer que recebi em casa alguns dos melhores exemplos de perseverança. Não só quando jovem, mas até nos dias atuais. Meu pai, por exemplo, resolveu voltar a estudar depois que se aposentou. Aos 65 anos, resolveu cursar Direito. Depois de muito tempo dedicado ao trabalho, estudou e passou no vestibular. Eu já achava um grande feito. Mas a vida, canhestra que é, veio mostrar que ele era ainda mais forte do que eu pensava. Aos 68 anos, ele foi diagnosticado com colangiocarcinoma, um tipo raro e agressivo de câncer nas vias biliares. Um choque para toda a família. Ele fez uma cirurgia abdominal de grande porte. Perdeu 20Kg e um mês e meio de aulas. Logo que possível, voltou aos estudos, mesmo fazendo quimioterapia. Foram seis meses de tratamento químico. Ele fez todas as sessões, cumulando com aulas e provas. Concluiu o tratamento. Aos 70 anos, tornou-se bacharel em Direito. Na sequência, fez o exame da OAB e hoje é advogado. A vida é desafiadora e, às vezes, cruel. Perseverar diante das dificuldades exige força interna e luta diária. Para aqueles que estudam para concurso, cada reprovação, exige perseverança para continuar. É nesses momentos que normalmente descobrimos que somos maiores do que pensávamos. Como já disse Shakespeare: “Nós até podemos saber o que somos, mas não o que podemos ser”. Persevere! Texto do @proffilippeaugusto. Amanhã o mutatis #14 #mutatismudandis

Mutatis Mutandis #12: Resiliência 2 (Ou Você e o Vento).

“O fracasso quebra as almas pequenas e fortalece as grandes, assim como o vento que apaga a vela pode atiçar o fogo da floresta”. (Benjamin Franklin). Anteriormente, deixamos um questionamento: Como ser (mais) resiliente? Uma primeira resposta é: ser resiliente não significa ter que suportar toda e qualquer dor, principalmente, as evitáveis. Um primeiro passo para ser (mais) resiliente é listar tudo aquilo que é obstáculo ao seu crescimento e afastar-se do que for possível. Lembre-se que, quando não é possível derrubar, o vento contorna o obstáculo. Retire de perto de você tudo o que (ou quem) está te arrastando para baixo. Existem, no entanto, aquelas dificuldades que não temos como evitar. Essas têm de ser vencidas. É neste ponto que a resiliência é ainda mais necessária. Como ser resiliente para vencer esses obstáculos? Segundo Diane Coutu, diversos estudos apontam que pessoas resilientes apresentam três características principais: i) aceitação ferrenha da realidade; ii) busca por significado, com frequência, baseada em valores enraizados; iii) uma capacidade excepcional de improvisar. Aceitação da realidade significa uma leitura séria da sua situação de vida, sem péssimo ou otimismo exagerados, com base em dados concretos, corroborados por pessoas sérias e, se possível, isentas.  Busca por significado é a capacidade de tornar coerente o momento de dificuldade com seu contexto de vida, achar as razões para aquilo ocorrer, buscar extrair lições dos insucessos. Uma dica: no lugar de se perguntar “Por que eu?”, pergunte-se “Por que não eu?”. Improvisar e ser criativo tem de se tornar um ritual; se não está dando para evoluir de um modo, busque novos formatos, busque parcerias, busque ajuda. Por fim, vale sempre lembrar a lição de Confúcio: “Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer”. Texto do @proffilippeaugusto. Amanhã o mutatis #13 #mutatismudandis

Mutatis Mutandis #11: Resiliência 1.

“Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos”. (Hebreus 11.34). Resiliência é uma palavra que tem origem no latim, deriva de “resiliens”, que significa “voltar ao estado normal”. Segundo o dicionário, resiliência possui dois sentidos: na física, diz respeito à elasticidade que faz com que certos corpos que sofrem o influxo de forças e de pressão voltem a sua forma original. Trata-se do conceito concreto de resiliência. Há ainda o sentido abstrato ou psicológico, que é a capacidade de rápida adaptação ou recuperação diante de situações de adversidade. Joana fez três provas em quatro meses. Joana não passou em nenhuma e, em algumas, ela teve um resultado muito pior do que o esperado. Joana tem tido dificuldade para se concentrar e problemas na família têm gerado obstáculos para que ela estude como gostaria. Ela queria fazer um outro concurso este mês, mas era em um estado mais distante, a passagem estava cara, faltou dinheiro em casa, Joana não conseguiu ir fazer essa prova. Joana não desiste! Joana pode mudar de estratégia, pode se adaptar ao momento de dificuldade, mas ela não vai desistir. Joana é uma pessoa resiliente! Alguns estudos na área de Administração de Empresas mostram que pessoas jovens têm dificuldade de serem resilientes, pois essa é uma capacidade que necessita ser forjada diante de experiências práticas. Pois bem, se é assim, a área dos concursos públicos é uma em que mesmo pessoas jovens são expostas a muitas experiências que vão talhando espíritos resilientes. É necessário, todavia, força interior e inteligência para isso e, quanto mais rápido a pessoa desenvolve essa habilidade, maior sua chance de sucesso. A questão que se impõe é: Como ser (mais) resiliente? Vamos buscar respostas a essa questão adiante e sempre mudando o que precisa ser mudado. Texto do @proffilippeaugusto. Amanhã o mutatis #12 #mutatismudandis

Mutatis Mutandis #10: Obstáculos à Consciência.

“Precisamos saber de que forma fomos contaminados pelo medo; de que forma nossa confiança natural se transformou em desconfiança.” (Siri Prem Baba). Assim como o autoconhecimento é algo necessário para a mudança de perspectiva de vida, de hábitos, para a gestão das emoções, para conhecer os propósitos, para fazer o que você acredita que vai te fazer “ser mais”; também é necessário saber que há obstáculos e forças que vão sempre tentar nos impedir de alcançar este autoconhecimento. Sidarta Gautama sustentava que o ser humano tende ao “apego” a “egoísmos” e à “busca por satisfação”. A vida voltada apenas a esses “apegos” ilusórios e passageiros tende a ser permeada por sofrimento. A ideia não é que cada indivíduo negue sua existência ou identidade pessoal. Essa filosofia, muito pelo contrário, propõe um caminho de equilíbrio e meio termo, o que se estimula é o autoconhecimento e a busca pela felicidade por meio da negação desses apegos do ego(ísmo). Não à toa, os primeiros passos propostos nessa direção são a “consciência correta” e a “ação correta”. Em termos filosóficos, é basicamente um código de ética que nos ajuda a caminhar em direção a algo que realmente nos traga plenitude interior e não seja apenas uma ilusão do mundo mesquinho em que vivemos. Essas ilusões são os grandes obstáculos à consciência (o autoconhecimento): medo; compulsão materialista; dependência sentimental; a máscara social etc. Muito provavelmente a maior dificuldade em busca de uma forte autoconsciência serão esses obstáculos. Além disso, não há uma vitória total. Esse é um trabalho de reflexão diária, de um permanente questionar-se sobre o que realmente importa. Viver de forma plena certamente envolve refletir para não dedicar a vida apenas a esses aspectos supérfluos. #mutatismutandis

Mutatis Mutandis: #9 Motivação.

Motivação é a força interna que fundamenta e dá sentido às ações humanas mais relevantes. Motivação é a paixão por algum objetivo, a orientação para superar expectativas. A motivação é um fator indispensável ao autoconhecimento, afinal, saber o que nos motiva é algo que precisamos nos lembrar reiteradamente. As metas humanas realmente relevantes, normalmente, são difíceis de serem alcançadas, apresentam dificuldades, obstáculos, às vezes, surgem até inimigos a elas. Assim, se o seu propósito for fraco, os subsídios para sua realização desaparecerem ou se a sua motivação se esvair ao longo do caminho, dificilmente, será possível alcançar a meta final. Logo, conhecer e relembrar frequentemente nossos motivos é algo indispensável para que não nos afastemos de nossos desideratos, o que nos permite permanecer focados e disciplinados para realizar nossos sonhos. Como já disse Zig Ziglar, “as pessoas costumam dizer que a motivação não dura sempre. Bem, nem o efeito do banho, por isso recomenda-se diariamente”. Esse é um ponto importante: lembrar-se diariamente as razões pelas quais você está fazendo aquilo. As pessoas são motivadas pelas mais diferentes razões e o ser humano é o único animal que consegue organizar e hierarquizar seus motivos, por isso, é tão importante trazer suas mais importantes motivações para campo consciente, pois isso te torna capaz de sempre as reavivar, mantendo acesa a chama da motivação. Diariamente e, principalmente, nos dias mais difíceis, questione-se: O que te motiva? O que te faz agir? O que faz com que todos os desafios valham a pena? As respostas a esses questionamentos vão te manter no rumo, vão te ajudar a sempre prosperar. #mutatismutandis 

Mutatis Mutandis #8: Autocontrole 2.

“É fácil perceber os sinais de autocontrole emocional: tendência à reflexão e à ponderação, tranquilidade diante da ambiguidade e das mudanças e integridade – capacidade de dizer não a impulsos” (Daniel Goleman). Ao longo de anos acompanhando estudantes, foi possível perceber que os mais exitosos são aqueles que são capazes de fazer a conversão de maus sentimentos em vontade de perseverar. Esse tipo de pessoa consegue canalizar a energia para alcançar os propósitos estabelecidos não somente quando se está feliz, mas também quando está triste, cansado, irritado, com medo etc. Eles sentem como todos os demais, mas oferecem respostas mais sofisticadas aos impulsos primitivos de sobrevivência. Isso é feito, normalmente, com base em alguma estratégia mental. Por exemplo, pode-se contextualizar a causa daquele mau sentimento dentro de seu projeto de vida e, por meio de uma justificação racional, transformar essa causa em combustível (motivação). Um exemplo é o de um aluno que estudava muito fortemente para concurso quando descobriu que sua filhinha de um ano estava diagnosticada na síndrome do espectro autista. Logicamente, a notícia o abalou e fez com que ele mudasse aspectos da sua vida, mas, rapidamente, ele foi capaz de afirmar: “agora, mais do que nunca, preciso estudar para propiciar o tratamento adequado para minha filha”. Outra estratégia é fazer da causa do mau sentimento um obstáculo a ser transposto. Eu conheço uma pessoa para quem um certo Senhor disse: “você não é capaz de ser aprovado nessa seleção”. A pessoa, depois que ouviu aquilo, estudou com o dobro da intensidade para provar que era capaz. E deu certo. Acabou passando em sexto lugar na seleção que era para quinze vagas. Isso é autocontrole e capacidade de canalizar emoções ruins em motivação para alcançar projetos de vida. Isso para muitas pessoas é algo natural, mas também é algo que pode ser exercitado. Comece já! #mutatismudandis

Mutatis Mutandis #7: Autocontrole 1.

“O autocontrole, que nada mais é que uma conversa contínua que temos com nós mesmos, é o componente da inteligência emocional que evita que nos tornemos prisioneiros de nossos sentimentos. A pessoa que pratica essa reflexão interior está sujeita a ter mau humor e impulsos emotivos como qualquer outra, mas sempre encontra meios de se controlar e até de canalizar sentimentos de forma proveitosa” (Daniel Goleman). Não há nada mais humano do que sentir. As pessoas sentem medo, angústia, aflição, preguiça, alegria, felicidade, raiva, confiança etc. Autocontrole não é ser imune aos sentimentos dolorosos. Apenas os psicopatas, por uma questão patológica, não são afetados pelas emoções. Os demais seres humanos invariavelmente sentirão aquilo que é bom e o que é ruim da vida. O peculiar é que tanto emoções positivas como negativas podem acabar desviando as pessoas de suas metas. Perceber que os sentimentos ruins são prejudiciais é mais fácil e, de certo modo, até evidente. Obviamente, alguém que deseja ser um profissional de alto nível e está vivendo um luto por ter perdido um parente próximo terá grande dificuldade de, naquele momento, cumprir seu papel de modo adequado. Lado outro, vale lembrar, por exemplo, daqueles casos de pessoas que alcançam uma etapa de um objetivo maior e a felicidade ou sensação de estabilidade acabam por gerar acomodação, impedindo a pessoa de fazer tudo aquilo que desejava e, eventualmente, deixando uma certa sensação de frustração. Assim, sentir é algo inexorável e mesmo os bons sentimentos podem causar problemas. É nesse momento que o autocontrole é fundamental como capacidade de converter boas e más sensações em força para alcançar metas de vida. #mutatismudandis

Mutatis Mutandis #6: Autoconhecimento.

“Ter autoconhecimento significa demonstrar uma profunda compreensão de suas emoções, seus pontos fortes e fracos, suas necessidades e motivações. Pessoas com elevado nível de autoconhecimento não são nem críticas nem otimistas em excesso, mas honestas consigo mesmo e com os outros” (Daniel Goleman). Você teria como se considerar amigo de alguém você simplesmente não conhece? Provavelmente, não. Na sociedade atual, cada dia mais, há uma dificuldade de conexão entre as pessoas. Para haver real empatia entre os indivíduos, costuma ser necessário que um conheça o outro proximamente. As relações humanas têm se tornado bastante superficiais de uma forma geral. Do mesmo modo que esse fenômeno ocorre nas relações interpessoais, ele também se dá sob a perspectiva subjetiva, ou seja, para você ter uma relação saudável, afetuosa e respeitosa consigo mesmo, você precisa se conhecer. Questione-se: O que e quem me faz bem? O que agrega e o que não agrega em minha vida? Quais os hábitos da minha vida não te agradam? O que posso fazer para mudar isso? Aonde realmente quero chegar? É isso mesmo que eu desejo? Pense nesses pontos. Não só hoje. Não só agora, mas rotineiramente. Cada vez que você se deparar com um dos pontos que te faz “ser menos”. O autoconhecimento não vai ocorrer com a mera leitura desse pequeno texto, nem se dará hoje ou amanhã. Ele é um exercício diário, mas que muita gente sequer pratica. Se você ainda não começou, precisa começar a refletir sobre isso imediatamente. Com o passar do tempo e da reflexão, o autoconhecimento vai se manifestando por meio das capacidades de: fazer avaliações mais realistas sobre si mesmo; receber críticas; e ter mais autoconfiança. Há muito o Oráculo de Delfos disse a Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo” e daí nasceu a Filosofia, a eterna busca pelo conhecimento e pela virtude. Nada seria mais exemplificativo sobre como todo o conhecimento nasce a partir de um autoconhecimento. Então, comece seu exercício diário já. #mutatismutandis